sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A escolha aleatoria

Acontece com qualquer um: Fila de banco, sala de espera de um consultório e de repente alguém puxa papo com você. Invariavelmente são pessoas mais velhas que praticam esta arte.


Vez ou outra conhecemos pessoas interessantes nestas conversas descompromissadas que têm sempre o intuito do tempo de espera passar de uma melhor forma.

Em bancos e consultórios, imaginamos um grupo de 10 pessoas no máximo. Por vezes, este grupo todo interage transformando o local num tipo de ouvidoria, onde todos reclamam, sorriem, fazem caras feias ou falam das coisas mais aleatórias do mundo.

Ai todos devem estar se perguntando: Onde o Tim quer chegar?

Bom, quero chegar a ultima opção que acabo de dar acima, sobre escolhas aleatórias.

Agora, meus caros, imaginem tudo que disse acima num local com umas 500 pessoas.

Qual o local?

Barcas SA, Praça XV.

Aconteceu comigo e queria dividir isso com vocês.

Geralmente pego a Barca com mais de 1000 pessoas e digo que se você não encontra um amigo no píer de espera, dificilmente você vai conversar com alguém ali e no trajeto. Não tem o mesmo clima de sala de espera ou fila. 'E outra coisa!

Mas desta vez deveriam ser mais ou menos 500 pessoas esperando no píer. Sentido Rio-Niterói. Encostei-me a uma pilastra e ali fiquei esperando a barca chegar.

A minha frente duas mulheres e dois homens, sendo: mãe, pai, filha e namorado da filha. Ou seja, uma linda e sorridente família.

Eu, ouvindo musica sempre no ultimo volume, acompanhava o desenrolar daquela família feliz.

A conversa era sobre o climatiza dor das barcas. Um simples, que pega a água e a gira numa certa velocidade, transformando-a em vapor, amenizando-se assim o calor.

Numa certa hora a mãe diz querer ver se tem outro e olhou pra trás e achou mais um. Pensou então que só existia aquele, mas se olhasse ao redor veria muito mais deles.

Prosseguiu-se a espera pela barca.

Nenhuma atitude demonstrava que eu e aquela mãe pudéssemos ter qualquer tipo de contato, mas...

Essa mesma mãe vira pra trás e me pergunta: -Qjfd sfj tlks?

Foi comigo, percebi.

Tiro o fone e pergunto: -Oi?

Ela torna a perguntar: -Qual seu time?

Penso: Ahh...

Ahh? Mas como assim Tim? Como uma mulher vira pra trás e pergunta qual e o meu time?

E se eu respondesse algo que a contrariasse, tipo: Piraporinha do Sul?

Acho que quebraria o intuito dela.

Serio gente, porque aquela mulher me perguntaria meu time?

Eu, polido, respondo: -Vasco! Ansioso e curioso que só para ver seu comentário.

Ai ela: -Então, são cinco netos, sendo três Flamengo e dois Fluminense...!

Faço uma pausa aqui para perguntar a vocês leitores: Cadê o Vasco na historia?

Não tinha Vasco na historia, o que me fez perceber que eu podia responder qualquer coisa que ela ia me contar a historia.

Adoraria descobrir a cara dela se eu respondesse Piraporinha do Sul.

Uma pena não ter feito isso. Seria uma surpresa e tanto.

Ri agora em pensamento.

A historia continua...

...e o avo torce para o Fluminense...

Nisso a filha olha pra mãe e pra mim, não entendendo a atitude da mãe. O pai simplesmente ignora o que a mulher acabava de fazer. E eu? Eu, insólito!

...ai estavam jogando Flamengo e Fluminense e todo mundo foi ver o jogo junto na casa do avo...

Clímax chegando. Gente, eu pensei que haveria algo de engraçado no fim e tava começando a gostar.

...ai saiu um gol do Flamengo, e os flamenguistas gritaram muito, o avo se enfureceu e pegou a TV, pegou o fio e cortou o fio...

Clímax!!!!!

...e disse: -Pronto, ninguém mais vai ver o jogo.

E a mãe emenda: -Foi todo mundo pro vizinho terminar de ver o jogo.

Acabou a historia.

Acabou a historia? Como assim?

Gente, minha única reação foi rir, meio que sem graça e ver a mulher e olhar pra frente e dizer: -Ah, a barca ta chegando.

E a parti dali me misturei mais uma vez a multidão que esperava o atracamento da embarcação.

Recapitulando com um bate-bola:

Meu time: Vasco.

Contadora de historia = mãe.

Figuração: pai, filha e namorado da filha.

Historia = um certo Fla x Flu.

Personagens = 5 netos e um avo, sendo três netos torcedores do Flamengo e os outros dois torcedores do Fluminense, mais o avo também tricolor.

Introdução = gol do Flamengo.

Desenvolvimento = Avo se enfurece e corta o fio da TV.

Conclusão = Avo diz que ninguém mais vai ver o jogo e vai todo mundo pro vizinho terminar a partida.

E lá se perderam, pra nunca mais. A mãe, o pai, a filha e o namorado da filha.

Conheci assim quatro pessoas sem conhecê-las. Assim sem vírgula mesmo.

sábado, 29 de agosto de 2009

Imaginação x Realidade

Em termos de imaginação e realidade o que eu poderia dizer?
A segunda é assexual e a primeira tem, no mínimo, dois sexos.
Deixe me explicar melhor:
Para a realidade existe um único caminho. Quer dizer, aquele em que você está agora, como você está agora...
Já para a imaginação você pode estar em qualquer lugar. Dois, três, mil, milhões de caminhos que sejam! Porém, só uma destas vertentes se tornará real. Ou não...
Dificilmente acontece do jeito que imaginamos porque se assim fosse o mundo todo seria uma marionete dos nossos pensamentos. Imaginem todos com o poder de imaginar como certa situação deverá ser e conseguir transformá-la em realidade. Acho que teríamos contradições o tempo todo.
As brigas, inimagináveis, neste mundo imaginário aconteceriam sem que qualquer uma das partes imaginasse. Algo como:

'Eu pensei desta maneira.'

No que a outra pessoa diz:

'Mas eu pensei diferente.'

Imaginem, ou realizem, esta cena. A discussão começaria para decidir quem teria o melhor poder para conceber sua imagem do fato pensado que aconteceria junto à outra pessoa.
O que acabaria, na realidade, em uma discussão sem fim.

A capacidade do cérebro de pensar é infinita, mas a partir do momento em que algo deve acontecer ele trabalha de acordo com o que a situação lhe apresenta. Neste momento, real, ele esquece todos os caminhos possíveis, e imagináveis, e foca todas as ações para o real. Porque no fim é o que importa.

O 'diabo', criado por muitas crenças, é o maior personagem concebido pela imaginação. Porque a imaginação não existe sem o oposto. Se existe algo tão bom, a que denominamos Deus, existirá então um ser tão ruim para contrabalançá-lo. Para a imaginação existir, é preciso que se tenha o contrário. O contraposto que contrabalança, como disse antes! A imaginação só acredita naquilo onde há algo que contradiga o que ela forma na mente do ser. O bem e o mal, o feio e bonito, o magro e o gordo, amor e ódio, felicidade e tristeza...
Pratos cheios para a imaginação.

Aí todos poderão vir e dizer: mas na realidade também existe o oposto!
Claro! A diferença é que nela não há a possibilidade de ambas situações ocorrerem juntas. Só uma está acontecendo, não há dúvida. A situação não se tranforma na contrária no meio da história. Se ocorre, é uma após a outra.
Na imaginação acontecem ao mesmo tempo. Num momento pensamos assado e depois pensamos assim. Assim e assado. Incessantemente. Por isso a imaginação é o campo das dúvidas. Tem e não se tem certeza ao mesmo tempo.

Vivemos querendo ter certeza das coisas e o mundo não nos dá motivos para que isso aconteça e assim a tal imaginação começa seu processo. Um incessante ir e vir faz com que você acredite na pessoa agora e desacredite nela agora também. E o mais engraçado que ela atua justamente em cima de algo que você julgou real um dia e agora não julga mais, ou não quer acreditar. Até a mentira é real!
O fato de se estar mentindo ou não que é obra da imaginação. Mas tudo que acontece é real. Se foi dito, escrito e mostrado, então é a realidade, mesmo que ela não seja a (realidade) verdadeira.
Realidade é tudo aquilo que acontece a grosso modo, não importando a qualidade de como acontece.
Cabe a nós julgar depois!
Mas aí entramos em outro assunto da imaginação. A tal comparação. O que se encaixa no contraposto. E dá pra divagar mais. Só que nem vou entrar neste assunto.
Até mais gente!

sábado, 22 de agosto de 2009

Toddy x Nescau: Um detalhe no texto...


Eu pensei em falar sobre achocolatados, ou melhor, tive esta ideia quando estava escrevendo o texto sobre biscoitos. Aliás, este texto sofrerá uma atualização porque tem gente falando que o texto parou no meio, né Aninha?! Realmente confesso que poderia ter dito muito mais, mas acabei ficando com preguiça no fim.

Toddy x Nescau.
Talvez um dos maiores conflitos da humanidade desde que foram inventados. Maior que a Guerra Fria, maior que a luta Israel e Palestina, Vasco e Flamengo, Coca e Pepsi, adoçante e açúcar, Bombril e Assolan, Tom e Jerry...
Nossa, onde eu poderia parar?! Talvez no duelo entre mim e meu primo no Winning Eleven no PlayStation 2. Sim, Toddy x Nescau também é maior que Ronaldo x Rodolfo. O famoso clássico Papai-Noel (Ro-Ro). Taí, outro bom tema hein...

Olha eu fugindo do assunto de novo.

Ninguém sabe dessa, mas quando muito criança, na década de oitenta, meu tio Rogério, que é marido da minha madrinha Marilene e que por sua vez é irmã da minha mãe, me chamava de Toddynho. Podem rir, mas ele sempre me chamava assim ao me ver. E eu gostava...mesmo.
Ocorre que naquela época eu odiava leite e por consequência odiava achocolatado. Não tomava Nescau nem Toddy. Aliás, nesta época o Quick fazia muito sucesso. Cheguei a tomar aquele de morango, mas era doce em demasia. Porém o Quick de morango fez sucesso por muito tempo. Inclusive na casa dos meus primos essa era uma das opções naquele tempo. O Quick de chocolate não era bom. Nunca foi bom na verdade!
Veja bem, eu quando criança não era o que se podia dizer, ou como mãe gosta de se gabar: "Meu filho come de tudo." Inclusive gostaria de entender porque mãe adora dizer isso para as pessoas com ar de satisfação imensa.
Comer de tudo significa comer cocô também? Passo...
Hum, acho que isso me explica amigos de infância não serem tão normais hoje. Eles comiam de tudo!
Eu era fresco! Não comia cebola porque não gostava do som que ela fazia na minha boca, aquele 'crack', um pouco mais macio que o do Cream Cracker. E ainda por cima no fim deixava um gosto ruim na boca, gosto este ao qual denominamos mal hálito. Naquela época eu odiava comer e logo escovar os dentes porque tinha o prazer de saborear o gosto da comida por algum tempo salivando na minha boca, criando cáries e mal hálito.
Não gente, eu não tinha mal hálito. Só o hábito de não escovar dentes logo para não deixar as bactérias agirem é que poderiam provocá-lo. Hálito e hábito rimam, interessante.

Lembra do leite de saquinho? Eu adorava bebê-lo sem fervê-lo. Bebê-lo sem fervê-lo, engraçada a rima.
Esse leite em saquinho vinha com a seguinte advertência de não tomá-lo sem ferver, mas eu gostava mesmo era do gosto dele 'cru', se assim pode se dizer. Quando o leite fervia eu já não conseguia gostar mais. Sei lá, mas o gosto é diferente. Eu sei gente, é frescura. Mas gosto era mesmo diferente.
Eu não como ovo, mas como omelete!
Ovo cozido, ovo mexido, ovo frito, ovo estalado, ovo assim, ovo assado. Não como! Quando criança era 'frescurite aguda' e depois que experimentei de verdade achei muito ruim o gosto mesmo. Por vezes, algumas pequenas partes são engolidas por mim dentro da farofa, mas só porque adoro farofa.
Um dia minha irmã fazia um ovo frito e o cheiro chegou na sala de casa e entrou pelo meu nariz, ativando alguma ligação no meu cérebro que me fez pensar: 'Nossa, que cheiro bom! Este ovo deve estar muito bom. Hoje eu vou comer ovo.'
Eu coloquei e tirei da boca quase que ao mesmo tempo. Rsrs. Aprendi então que o cheiro de um ovo frito jamais se parece com o gosto de um ovo frito.
Minha irmã até hoje adora me zoar porque ainda criança eu dizia que não comia galinha, só frango. Ela dá altas risadas com isso toda vez que conta. Eu também rio. No dia que descobri que ambos eram a mesma coisa, decepcionei-me.
Mas frescura continua, só como peito de galinha!

Ainda na idade tenra eu odiava Nescau e tomava o famoso Toddynho na caixa, afinal ele era meu companheiro de aventuras. Marketing é tudo.
Preciso voltar a falar do leite fervido para entrar de vez no Nescau.
Lembram da nata?
Fervíamos o leite, quer dizer, minha mãe fervia o leite porque criança não podia brincar com fogo. Aliás qual a origem da expressão 'brincar com fogo'?
Aí apareciam as natas lembram? E logo depois aparecia o grande coador para filtrar o leite daquela camada de gordura. Mas como nem tudo são flores no mundo dos coadores, todos eles deixavam passar um pouco de nata para o leite.
E daí não sei porque comecei a tomar Nescau, mas com aquele leite ficavam alguns pontos de nata flutuando e estas eram tiradas por mim, pacientemente com a colher, uma a uma. Até o ponto em que eu achava que a mistura estaria boa para beber. Imaginem fazer isso todo dia. Eu era assim.
Na verdade acho que na questão Toddy e Nescau somos influenciados pelos pais. O que eles compram durante nossa infância é o que vamos gostar hoje. Mas eu realmente prefiro o gosto do Nescau. Mas em casa de amigos que bem bebem Toddy eu também bebo.
Na minha concepção Nescau hoje só fica bom com leite integral. No leite desnatado e semi ele fica parecendo meio aguado e o gosto não cola. É ruim mesmo.
O Toddy, que considero mais doce, consegue uma mistura mais homongênea nestes dois tipos de leite que citei acima e a bebida fica mais fácil de beber.
Outro ponto interessante citar é que na maioria da casa de pessoas cuja predominância é de mulher é mais fácil encontrar leite desnatado e por consequência Toddy na prateleira.

Em suma: Toddynho foi meu companheiro de aventuras, culpa do marketing. Nescau minha afirmação de que cresci e não ligo para comerciais. Porque os comerciais do Nescau ninguém merece.

Até sei lá quando gente.
Vocês sabem o quanto é difícil eu manter um certo compromisso com este meu blog...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Concomitância


As palavras me atraem. O vocabulário em geral me atrai. Por vezes me pego abrindo o dicionário a esmo para ler/descobrir uma palavra nova. Muitas destas se perdem depois em minhas divagações, mas me resta pelo menos a sensação de que conheci, vez por outra, palavras novas. Tenho esse gosto, essa mania.
Claro que fazendo isso encontro vocábulos que acredito eu jamais os usarei tanto na linguagem falada quanto na escrita.
Em outros acabo descobrindo que poderei, a partir daquele momento, usá-los. Escrevendo ou falando.
Quem escreve vai criando certos trejeitos que impossibilitam de que não se percebam detalhes que poderiam passar sem que estes trouxessem alguma mudança mais significativa a vida das outras pessoas. Mas que fazem uma grande diferença para quem escreve.
Hoje acabei percebendo isso quando estava no meu estágio elaborando um relatório de procedimentos.
De repente surge a palavra "concomitantemente" e ao mesmo tempo em que eu a digitava, eu já começava a perceber que eu jamais havia escrito aquela palavra antes. Havia sim, claro, dito e redito a mesma e suas variações (concomitância, concomitante, etc). Sabe quando você começa a digitar e os seus dedos percorrem uma sequência que você jamais executou antes? Pelo simples fato de não estar acostumado a usar aquele vocábulo. Interessante! Enquanto os dedos tocavam as teclas, letra por letra, eu lá, concomitante, pensando que nunca tinha escrito a tal "palavrinha" antes.

Seu significado diz daquilo que tem o caráter de ser simultâneo. Ou seja, o que acontece ao mesmo momento, situações que se manifestam em conjunto. Ou fato que acompanha outro.
Exemplo: Escrever 'concomitantemente' foi concomitante ao pensamento de nunca tê-lo escrito antes.

E aí você para pra pensar e percebe que durante a vida as coisas acontecem simultaneamente com outras dezenas, centenas, enfim, milhões de coisas.
A concomitância está vinte e quatro horas em nossas vidas e sequer usamos ou precisamos usar essa palavra para nos expressarmos. Ela está intrínseca a vida.
Agora mesmo enquanto eu escrevo, muitos dormem, outros trabalham, uns nascem, outros morrem. Não existe momento algum em que nada ocorra de forma única sem que outras coisas aconteçam.

A vida é uma eterna concomitância.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Biscoitos


Então gente, eu aqui outra vez.
Faz tempo que não escrevo.
Realmente sinto falta disso e por muitas vezes me peguei pensando em temas interessantes para desenvolver por aqui, mas não tinha tempo.
Resultado: Esqueci todos!

Porque é assim mesmo! Passa-se um negócio na minha cabeça e diversas ligações e piadas que poderia fazer com isso e elas se perdem 5 minutos depois porque eu já tinha que pensar na faculdade.

Aí, eu aqui matutando, maroto, travesso, olhei para o biscoito de maizena da piraquê. Aquele famoso sabe? Esse realmente é o melhor.
Resolvi: vou falar de biscoito!! Biscoito, por que não? Existem aos montes.

Tem um de manteiga que derretia nas minha boca antigamente. Não lembro o nome, só sei mesmo que derretia na minha boca e dava vontade de beber um belo copo de água depois. Meu pai comprava esse biscoito todo sábado. Vinha em um pacote com 4 blocos que desapareciam não tão rapidamente como vocês podem estar imaginando porque ele disputava espaço com o pão de milho da Panco. Que pão! A única coisa mais adocicada que eu conseguia digerir com um refrigerante. Daqui a pouco falo disso...

Então, o biscoito sumia na segunda ou terça. Sumia! Era muito bom. O biscoito e o tempo em que vivia porque eu não me preocupava com nada e odiava escrever. Além de ser um eterno momentâneo tímido.

Biscoito de Polvilho, quer dizer, o famoso "biscoito de vento". Sem dúvida alguma só sabe realmente o gosto desta guloseima (guloseima serve pra salgado?!) quem já comeu aqueles que vendem em feiras livres, a granel.
São infinitamente melhores que os de supermercado ou os de marca.
Aquela marca GLOBO talvez seja o que mais se aproxima deste que citei das feiras.
Fazia maior sucesso na minha vida. Minha mãe comprava um saco bem grande e sempre gostei de saboreá-lo com Nescau.
Acabo de me lembrar outro tema bom: Nescau x Toddy!!!

Mas biscoito de vento com Nescau, combinação perfeita pro fim de noite! Antes de dormir!

Cream Cracker com manteiga? Hein? Sério? Muito bom.
Com um café quente é perfeito. Mas não pode ser margarina! Manteiga! Bem espalhada. Se quiserem passe bem em dois pedaços e junte os dois de forma a apertá-los um contra o outro e se deliciem vendo a manteiga se escorrer pelos pequenos buracos...
Perfeito!

Passatempo Recheado. Passatempo!
Esse é o biscoito que eu busquei gostar. Apresentei-o a mim mesmo. E nunca mais deixei de comê-lo.
Sabe quando se está com vontade de comer "não sei o quê". Então, em mim isso quer dizer que preciso comprar um Passatempo Recheado.
Acredito eu que não preciso me alongar mais com a minha doença pelo passatempo. Controlada!

Eu ia falar dos refrigerantes né? na verdade falaria das combinações com doces. Quando beber refrigerante se estiver comendo doce, mas isto fica para uma próxima porque agora eu cansei de escrever.

De quê que eu estava falando mesmo?